September 2011
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Pousou no parapeito da janela e o gato traçou. (Nem vem me olhar assim, a vida é essa mesmo: pá-pum).
E, se desfazendo aos poucos em
sonhos calados,
morreu o poema que queria falar de amor e só tinha cinzas no peito.
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Escuta minha querida, não te conheço, não sei nada sobre você, não me olha com carinha de cachorro molhado não: o mundo é cão raivoso. A gente dá a chance de coração aberto, mas sinceridade não tem tempo para jogos da mente nem do coração, a chance é para quem quer se dar numa amizade de corpo inteiro e presente. Deixa de jogo; deixa você florescer dentro de si…